7. Diagnóstico de comunicações anormais intracardíacas como a patência do forame oval, através da monitorização de sinais microembólicos na circulação cerebral após bólus endovenoso de contraste (ex. soro fisiológico agitado), concomitantemente à manobra de Valsalva. Esta é uma condição fortemente associada a Acidentes Vasculares Cerebrais e à migrânea. Estudos recentes sugerem que em casos selecionados, o fechamento do forame oval pode vir a reduzir a freqüência de crises em pacientes com migrânea .
8. Monitorização de sinais microembólicos em doentes com patologia cardíaca ou carotídea para avaliação do seu potencial emboligênico, podendo influenciar a decisão terapêutica.
9. Tratamento fibrinolítico na fase aguda do AVC: comprovada ação terapêutica do Doppler sobre o trombo, aumentando a chance de dissolução do mesmo. Além disso, é de grande utilidade na monitorização de recanalização do vaso ocluído.
10. Monitorização dos efeitos de medidas terapêuticas como imunossupressão no tratamento de vasculites, terapêutica antiedematosa para controle da hipertensão intracraniana, expansores plasmáticos e nimodipina no vasoespasmo cerebral após hemorragia subaracnóide, embolização de malformação arterio-venosa, embolização em cirurgias cardiovasculares, etc.
11. Diagnóstico de morte cerebral. É o método de maior portabilidade no diagnóstico de morte cerebral, pois o exame pode ser feito na beira do leito sem dificuldades.