A defesa por uma vida de abstinência sexual teve sua vez na antigüidade. Na tradição cristã, podemos citar Paulo: “é bom para um homem que ele não toque em uma mulher”. No período helenístico, defendia-se o celibato como uma oportunidade para se dedicar à filosofia e alcançar a virtude e o bem estar. É comum em várias culturas a idéia de que o prazer da atividade sexual está associado à perda do vigor e do bem estar. No norte da Índia, qualquer perda de sêmen é considerada como debilitante, podendo levar a problemas de pele, ansiedade e perda da concentração, dores articulares, palpitações, dor no peito e até mau hálito. A conta para reabilitação é a reposição de 40 kg de comida para cada colher de sêmen “perdida”.
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